Quais são as principais características de um Gestor de Recursos Humanos? Ter aptidão para lidar com pessoas é sem dúvida um bom começo. A vontade de ajudar os outros a encontrar um emprego que vá de encontro às suas expectativas também.

Serão estes fatores suficientes para ser um bom gestor de Recursos Humanos? Segundo o especialista de recrutamento William Grisgbsy não e dá 10 sugestões para ser um melhor Gestor de Recursos Humanos.

 

1 – Tenha uma visão abrangente

Segundo Grisgby esta é uma lacuna frequente nos Gestores de Recursos Humanos. Os profissionais focam-se de tal forma em recrutar novos talentos que se esquecem por vezes dos que já fazem parte da organização. Potenciar o compromisso dos colaboradores que já tem é parte desta visão mais abrangente. As suas políticas de reconhecimento, feedback e crescimento coincidem com a sua estratégia de novos recrutamentos?

2 – Mantenha a sua paixão

Os Gestores de Recursos Humanos representam as regras e necessidades da empresa. É por este motivo que podem por vezes parecer frios e distantes. Manter a paixão é uma boa forma de ultrapassar este estatuto. A sua paixão pode inspirar as pessoas que recruta e os colaboradores atuais.

3 – Tenha uma abordagem comunicativa positiva

As mudanças da empresa afetam os colaboradores. É importante manter a comunicação funcional com todos os departamentos da empresa. Comunique com os seus colaboradores numa base diária e não apenas quando enfrentam mudanças.

4- Mostre-se no local de trabalho dos seus colaboradores

William Grigsby questiona: sabia que a maioria dos colaboradores vê como assustador um pedido para comparecer nos escritórios de Recursos Humanos? Os colaboradores tendem a apreciar um contacto mais humano. Saia do seu escritório e desloque-se ao local de trabalho dos seus colaboradores. Faça perguntas e sugira ideias. Dê o seu apoio para criar um ambiente de trabalho melhor.

5 – Mostre interesse genuíno em cada colaborador

A personalização é a chave para uma gestão eficiente dos Recursos Humanos. Quando comunica com alguém da sua equipa, tenha em consideração as suas preferências, idade ou objetivos. Inspire-os a alcançar os seus objetivos pessoais.

6 – Colabore com todos os departamentos

A responsabilidade de apoiar os colaboradores certos em cada departamento é sua. Conheça as necessidades individuais de cada departamento. Trabalhe diretamente com os diretores e managers para desenvolver as ideias e práticas de Recursos Humanos certas.

7 – Desenvolva um programa de orientação

Um programa de orientação é útil para fomentar o desenvolvimento pessoal e profissional dos novos colaboradores. Com a supervisão e apoio certos, os colaboradores têm menor resistência em ser criativos. Os programas de orientação não devem ser improvisados. Desenhe um plano específico com base em estratégias e objetivos concretos e monitorize os resultados.

8 – Seja flexível

Estudos mostram que práticas de Recursos Humanos flexíveis têm um impacto positivo na cultura de adaptação. Outros mostram que culturas de adaptação mais desenvolvidas têm um impacto positivo nos compromissos organizacionais. Para desenvolver esta flexibilidade, esteja sempre a par das novidades. Analise as culturas e acontecimentos na sua organização. Considere as ideias dos seus colaboradores e experimente novos métodos de apoio.

9 – Utilize as tecnologias

Tecnologias em áreas como a gestão de informação de Recursos Humanos ou sistemas de tracking de candidaturas estão em constante evolução. Fique a par das novas tecnologias para melhorar a sua própria eficiência.

10 – Conheça a sua visão

O seu crescimento e as suas ideias têm um impacto direto no crescimento da sua organização. A sua visão deve estar alinhada com o seu crescimento pessoal enquanto Gestor de Recursos Humanos, mas também com o desenvolvimento da sua empresa. Tenha novas ideias, desenvolva as suas competências, experimente novas práticas.

 

Ser um bom Gestor de Recursos Humanos requer trabalho, experiência e desenvolvimento de novas competências. As sugestões em cima foram escritas com base no artigo de William Grigsby e servem como ideias impulsionadoras ao seu desenvolvimento pessoal.